vacina dengue começa a ser distribuída no Rio: 33.364 doses do Instituto Butantan serão destinadas inicialmente a profissionais da Atenção Primária. Quer saber quem será contemplado e o que isso significa para a circulação dos sorotipos?
Distribuição e público-alvo: quem recebe na primeira fase
vacina dengue começa a ser distribuída no Rio com 33.364 doses do Instituto Butantan.
Quem recebe na primeira fase
As doses serão destinadas inicialmente a profissionais da Atenção Primária em saúde.
- Enfermeiros e técnicos de enfermagem.
- Médicos de família e clínicos.
- Agentes comunitários e equipes de vacinação.
Por que os profissionais foram priorizados
Proteger quem atende a população ajuda a manter os serviços de saúde funcionando.
Reduz o risco de transmissão dentro das unidades e garante continuidade do atendimento.
Como será a distribuição
As vacinas serão entregues às secretarias municipais e às unidades básicas de saúde.
As equipes locais vão agendar a aplicação e orientar os profissionais sobre o uso.
De acordo com o Butantan, o imunizante é aplicado em dose única e protege contra os quatro sorotipos.
As próximas fases devem ampliar a oferta para outros grupos conforme calendário da secretaria.
Faixa etária, eficácia e cobertura contra os quatro sorotipos
A vacina dengue do Butantan é aplicada em dose única e protege os quatro sorotipos.
Faixa etária
As secretarias de saúde vão detalhar as faixas etárias em comunicados oficiais próximos.
Na primeira fase, a prioridade é para profissionais da Atenção Primária que atendem a comunidade.
A expansão para crianças, adolescentes e idosos dependerá da liberação estadual e dos resultados locais.
Eficácia
Eficácia mostra quanto a vacina reduz o risco de infecção sintomática e grave.
O Butantan informa que a imunização gera resposta imune contra os quatro sorotipos do vírus.
A aplicação é em dose única, o que facilita campanhas e aumenta a cobertura potencial.
Cobertura contra os quatro sorotipos
Os serotipos são quatro variantes do vírus dengue que podem causar formas distintas da doença.
Ter cobertura para todos os sorotipos reduz o risco de surtos e casos graves.
Mesmo com a vacina, é preciso manter limpeza, telas e controle da água parada.
As secretarias locais vão combinar vacinação com ações de vigilância e monitoramento de casos.
Prevenção, monitoramento e situação epidemiológica no Rio de Janeiro
vacina dengue se soma a medidas de prevenção e vigilância no Rio de Janeiro.
Medidas de prevenção
A ação mais eficiente é eliminar água parada onde o mosquito se reproduz.
Use telas, tampe caixas e limpe calhas com frequência.
Aplicar larvicida em reservatórios sem possibilidade de fechamento ajuda a reduzir criadouros.
A vacinação aumenta a proteção individual e coletiva, quando disponível e indicada.
- Retire pneus, latas e garrafas de quintais.
- Mantenha caixas d’água bem tampadas.
- Troque a água de vasos de plantas semanalmente.
Monitoramento e vigilância
Os casos são notificados pelas unidades de saúde ao sistema estadual de vigilância.
Laboratórios confirmam infecções por exames, o que ajuda a mapear surtos.
Equipes fazem bloqueio vetorial em áreas com casos confirmados, borrifando e aplicando larvicida.
Monitorar a ocupação hospitalar é importante para prevenir sobrecarga dos serviços.
Situação epidemiológica no Rio de Janeiro
As secretarias publicam boletins com dados semanais sobre casos e mortes.
Variações regionais acontecem; algumas áreas podem ter maior circulação viral.
Seguir orientações locais e vacinar-se quando for indicado reduz o risco de doença grave.
Fonte: Jovempan.com.br