Superlotação nas UPAs: população procura atendimento na rede estadual

UPA Salvador enfrenta superlotação: secretaria estadual diz que população busca atendimento por falhas municipais e amplia assistência na rede.
Superlotação nas UPAs: população procura atendimento na rede estadual

UPA Salvador enfrenta superlotação, e muita gente tem buscado atendimento nas unidades estaduais — você já ficou horas esperando por um plantão? A secretária Roberta Santana aponta falhas no atendimento municipal e afirma que o Estado vai ampliar a assistência.

Superlotação nas UPAs de Salvador: cenário e declarações

UPA Salvador está enfrentando superlotação nas últimas semanas. Muitas pessoas têm buscado atendimento nas unidades estaduais. As filas aumentam e o tempo de espera cresce bastante. A situação preocupa pacientes e profissionais de saúde.

O cenário

Salas de espera ficam cheias, com cadeiras ocupadas e pessoas em pé. Ambulâncias chegam e nem sempre há leitos disponíveis para transferência. Algumas UPAs atendem casos menos graves e desviam pacientes para hospitais. Isso sobrecarrega o sistema estadual e agrava o caos nas unidades.

Declarações da secretária

A secretária Roberta Santana afirma que a população busca as UPAs. Ela atribui o aumento a falhas no atendimento municipal. O governo do estado diz que ampliará a assistência onde for preciso. Ela pede coordenação com prefeituras para reduzir a pressão sobre as UPAs.

Consequências para pacientes

Pacientes enfrentam longas esperas e atendimento tardio em alguns casos. Quem precisa de especialista pode ter dificuldade para conseguir consulta rápida. A dificuldade aumenta para quem depende de transporte ou tem mobilidade reduzida. A secretaria estadual garante atendimento, mas o acesso ainda é desigual.

Causas e impacto: pacientes sem atendimento pelo município sobrecarregam a rede estadual

UPAs recebem pacientes que não conseguem atendimento nas unidades municipais de saúde. Isso acontece por falta de médicos, fechamento de centros e agendamentos lentos.

Causas

Postos de saúde podem reduzir horário de atendimento por falta de profissionais. Algumas prefeituras enfrentam problemas na gestão e no agendamento de consultas. Isso leva pacientes com casos simples a buscar urgência nas UPAs. A falta de transporte e a demora em exames também contribuem para a procura.

Impacto na rede estadual

As UPAs ficam superlotadas e perdem capacidade de atender com rapidez. Filas crescem, o tempo de espera aumenta e a pressa gera erros. Pacientes graves podem ter demora para receber atenção especializada urgente. Equipes de plantão ficam sobrecarregadas e recursos hospitalares se esgotam rápido. Isso obriga o estado a redirecionar leitos e pessoal para atender a demanda.

Medidas urgentes

O governo estadual promete ampliar atendimento e abrir mais centros de referência. É preciso integrar prefeituras, melhorar agendamento e reforçar atenção básica local. Dados e comunicação entre redes ajudam a direcionar pacientes corretamente e rápido.

Medidas do Estado: assistência garantida e necessidade de acesso a especialistas

O Estado afirma que vai garantir assistência imediata nas UPAs sobrecarregadas. Equipes extras foram mobilizadas em plantões para reduzir filas e acelerar atendimentos.

Ações imediatas

Foram abertos centros de retaguarda para casos menos graves, com suporte básico. Ambulâncias e leitos foram redistribuídos entre hospitais e UPAs próximas conforme a necessidade.

Ampliação de especialistas

O Estado busca contratar e transferir médicos especialistas para plantões extras já programados. Teleconsultas com especialistas foram ampliadas para triagem e seguimento clínico. Teleconsulta é uma consulta por vídeo que agiliza orientações médicas.

Facilitar o acesso a especialistas

A proposta prevê centralizar agendamentos e priorizar casos mais graves rapidamente. Haverá convênios com clínicas privadas para reduzir o tempo de espera. Transporte e suporte social também podem ser oferecidos a pacientes com dificuldade de locomoção.

Fonte: www.BNews.com.br

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