Zé Neto voltou da missão à Índia e Coreia com promessas para a Bahia: ampliar o comércio com o Sul Global e trazer avanços na saúde e infraestrutura. Quer entender o impacto dessas ações no dia a dia do estado? Continue lendo.
Expansão comercial com a Ásia: metas, números e projeções
Comércio com a Ásia pode abrir novas oportunidades para a economia baiana. A missão recente buscou parcerias e contatos com empresas locais.
Metas e prioridades
As metas incluem aumentar exportações e atrair investimentos diretos. Querem diversificar mercados e agregar mais valor aos produtos.
Prioriza-se o fortalecimento de cadeias produtivas locais. Isso traz mais emprego e renda para a região.
Números e setores-chave
Os setores em foco são agronegócio, saúde, indústria e logística portuária. Cada setor tem potencial para crescer com parcerias asiáticas.
Medicamentos e tecnologia da saúde ganharam atenção especial na agenda. A produção local pode aumentar com acordos de cooperação.
Logística e ferrovias também aparecem como pontos estratégicos. Infraestrutura melhora o escoamento e reduz custos de exportação.
Projeções e próximos passos
As projeções indicam mais investimentos e abertura de mercados nos próximos anos. Expectativa de projetos que gerem empregos e novos negócios.
Os próximos passos incluem formalizar acordos e atrair investidores privados. Também devem vir programas de capacitação e transferência de tecnologia.
Com planejamento e parcerias, o comércio com a Ásia pode transformar cadeias locais. A chave será combinar interesses públicos e privados.
Pactos para saúde: produção de medicamentos e acordos assinados
Os pactos para saúde visam ampliar a produção local de medicamentos e insumos essenciais.
Produção local de medicamentos
A meta é fabricar remédios no estado, diminuindo dependência de importações e os custos.
Parcerias com laboratórios asiáticos podem trazer tecnologia, equipamentos e treinamento para equipes locais.
Acordos assinados e parcerias
Foram assinados memorandos com empresas e governos para transferência de tecnologia e produção conjunta.
O foco está em genéricos, vacinas e insumos hospitalares com alta demanda no SUS.
Impactos esperados
Mais fábricas e centros de produção podem gerar empregos diretos e indiretos na região.
Preços de remédios podem cair e o acesso à saúde melhorar para muita gente.
Também há previsão de investimentos em pesquisa e capacitação técnica para profissionais locais.
Trem Salvador–Feira de Santana: projeto, aprendizados e próximos passos
Trem Salvador–Feira de Santana busca integrar cidades e melhorar o transporte e logística.
O projeto prevê linhas para passageiros e também cargas para exportação.
Isso pode reduzir custos e agilizar o escoamento de produtos locais.
Visão do projeto
O traçado conecta Salvador a Feira de Santana passando por áreas industriais.
São previstas estações estratégicas para embarque de passageiros e cargas.
A integração com portos facilita exportação direta para a Ásia e outros mercados.
Aprendizados
A missão à Ásia trouxe práticas de gestão e tecnologia ferroviária aplicáveis aqui.
Modelos coreanos e indianos mostram parcerias público-privadas mais ágeis.
Licenciamento e planejamento urbano foram apontados como pontos-chave a melhorar.
Viram também práticas de manutenção preventiva e gestão de tráfego ferroviário.
Próximos passos
Finalizar estudos técnicos e ambientais é prioridade nos próximos meses.
Buscar financiamento e estruturar parcerias com empresas nacionais e estrangeiras.
Negociar uma parceria público-privada (PPP) pode acelerar obras e reduzir riscos.
Investir em capacitação técnica e tecnologia local vai garantir operação segura.
Integrar o trem com portos e outras ferrovias melhora logística e reduz custos.
Transparência e diálogo com comunidades são essenciais nas próximas etapas.
Fonte: BNews