Enxaqueca pode transformar uma festa em pesadelo — e foi esse o risco que Virginia Fonseca encarou na estreia pela Grande Rio. Com acompanhamento neurológico, bloqueios anestésicos, Botox e injeções preventivas, ela conseguiu brilhar sem crises. Quer entender as estratégias usadas para manter a rotina ativa mesmo com gatilhos intensos?
Acompanhamento neurológico, gatilhos do Carnaval e tratamentos (Botox e anti‑CGRP) que ajudaram Virginia a evitar crises
Enxaqueca precisa de avaliação médica para identificar gatilhos e opções de tratamento. Um neurologista faz essa análise e cria um plano individual. No Carnaval, é comum encontrar luz forte, barulho e mudanças no sono que podem disparar crises.
O papel do neurologista
O neurologista investiga o histórico e os padrões das crises. Ele pode pedir exames simples e anotar gatilhos como estresse e desidratação. Com base nisso, monta um tratamento preventivo e orienta sobre medidas práticas para o bloco.
Tratamentos preventivos: Botox e anti‑CGRP
O Botox é usado para prevenir enxaqueca crônica e se aplica em sessões periódicas pelo médico. Anti‑CGRP são anticorpos que bloqueiam uma proteína envolvida na dor de cabeça. Esses tratamentos visam reduzir frequência e intensidade das crises, com efeitos que aparecem após algumas aplicações.
Procedimentos de alívio rápido
Bloqueios anestésicos podem ser usados para crises muito intensas e aliviam a dor por horas ou dias. Analgésicos prescritos também ajudam, mas devem ser usados conforme orientação médica para evitar efeito rebote.
Cuidados práticos no Carnaval
Mantenha hidratação constante e durma o suficiente antes da folia. Use óculos escuros e protetores auriculares para reduzir impactos de luz e som. Planeje descansos entre apresentações e leve medicamentos prescritos sempre junto ao kit pessoal.
A combinação de acompanhamento neurológico, tratamentos preventivos e cuidados práticos aumenta muito as chances de aproveitar o Carnaval sem crises.
Fonte: PortalLeoDias.com