SUS do Transporte Público: governo avalia projeto para tarifa zero

tarifa zero: entenda o projeto SUS do Transporte Público, custos, estudos governamentais e impacto na mobilidade urbana.
SUS do Transporte Público: governo avalia projeto para tarifa zero

tarifa zero aparece como proposta central do chamado SUS do Transporte Público — uma iniciativa que promete gratuidade nos ônibus mas levanta perguntas sobre quem vai pagar a conta. Quer entender os estudos, números e implicações práticas dessa ideia?

O que é o SUS do Transporte Público e objetivo da tarifa zero

O SUS do Transporte Público trata o transporte como um serviço público universal. A ideia é garantir acesso gratuito e contínuo para a população. O objetivo é reduzir barreiras para deslocamento e melhorar a mobilidade urbana.

Como funciona a proposta

O sistema prevê integração entre cidades, estados e União para financiar o serviço. Prefeituras manteriam a operação dos ônibus e terminais. A União faria repasses para cobrir parte dos custos operacionais.

Objetivo da tarifa zero

A meta principal é eliminar o pagamento direto pelo usuário no embarque. Isso busca aumentar o uso do transporte coletivo e diminuir o trânsito. Também há foco em promover inclusão social e acesso ao trabalho e estudo.

Custos e estudo técnico

Antes de implantar, o governo precisa de estudos para calcular os custos reais. Esses estudos avaliam subsídios, impacto fiscal e fontes de financiamento. Sem números claros, a adoção em larga escala fica difícil.

Riscos e pontos de atenção

Tarifa zero pode aumentar demanda sem garantir oferta imediata. Há risco de queda na qualidade se o financiamento não for sustentável. Por isso, é essencial combinar tarifa zero com planejamento e recursos claros.

Financiamento: papel da União, estados e estudo solicitado por Haddad

O financiamento define se a tarifa zero no transporte vai funcionar na prática.

Papel da União

A União pode liberar repasses para bancar parte dos custos do sistema.

Também pode criar fundos especiais ou remanejar verbas do orçamento federal.

Papel dos estados e municípios

Estados e municípios mantêm a operação dos ônibus e terminais locais.

Eles também precisam aportar recursos e coordenar a integração entre cidades.

Estudo solicitado por Haddad

O estudo vai calcular custos operacionais, demanda e impacto fiscal previsto.

Ele deve mostrar quanto falta para cobrir viagens sem tarifa paga pelo usuário.

Também vai listar fontes de recursos, como repasses, fundos e impostos.

ICMS é um imposto estadual sobre circulação, e pode ser analisado como opção.

O estudo avalia riscos, necessidade de contratos e ajustes na oferta de ônibus.

Sem esse estudo, o plano fica sem números claros para decisão política.

Custos estimados, alternativas de financiamento e impacto político e social

Os custos estimados da tarifa zero variam conforme cidade, frota e demanda.

Estimativa de valores

Estudos iniciais indicam que a conta pode chegar a bilhões por ano.

O valor depende de tarifas atuais, número de passageiros e eficiência do sistema.

Alternativas de financiamento

Uma opção é repassar recursos federais por meio de fundos e programas permanentes.

Estados podem destinar parte do ICMS ou criar taxas de circulação urbana.

ICMS é um imposto estadual sobre circulação de mercadorias e serviços.

Subsídio significa pagar parte das passagens com verba pública, reduzindo o preço ao usuário.

Impacto político e social

A tarifa zero pode aumentar o acesso ao trabalho, à educação e a serviços essenciais.

Também tende a reduzir desigualdade territorial e os custos indiretos das famílias.

No entanto, sem fonte de financiamento clara, o programa vira alvo de críticas políticas.

Estudos técnicos ajudam a prever efeitos e a ajustar medidas antes da implementação.

Fonte: www.bnews.com.br

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