Queda do dólar e inflação mais baixa abrem caminho para cortes na Selic

Selic: queda do dólar e projeções de inflação favorecem cortes de juros; analisa riscos fiscais e impacto na economia.
Queda do dólar e inflação mais baixa abrem caminho para cortes na Selic

Selic pode começar a cair depois da queda do dólar e da melhora nas projeções de inflação, mas o ritmo depende do fiscal e da atividade econômica. Quer entender por que o mercado já fala em cortes maiores e quais são os riscos?

Cenário atual: dólar, inflação e expectativas do mercado

dólar tem recuado nas últimas semanas devido a fluxo de capitais. A queda reflete maior confiança e cenário externo mais calmo.

inflação vem mostrando sinais de arrefecimento nas projeções. Núcleos de preço também desaceleraram, indicando menor pressão nos próximos meses.

Com Selic mais distante do pico, o Banco Central avalia cortes graduais. Isso depende da inflação, do câmbio e da atividade econômica.

As expectativas do mercado já refletem a possibilidade de rapidez nos cortes. Operadores estudam sinais de inflação e decisões fiscais para reajustar apostas.

Riscos fiscais e choques externos podem frear a trajetória esperada. Risco fiscal é incerteza nas contas públicas e nas medidas do governo.

O que observar

  • IPCA mensal e núcleos de inflação.
  • Leitura do mercado cambial e fluxo de capitais.
  • Dados de atividade, como IBC‑Br e varejo.
  • Sinais fiscais: propostas de receitas e gastos.
  • Comunicados e atas do Banco Central.

Implicações fiscais e possíveis trajetórias de cortes na Selic

O caminho dos juros depende muito da saúde das contas públicas.

Déficit maior aumenta a incerteza e reduz espaço para cortes.

Superávit ou ajuste fiscal dão mais confiança ao Banco Central.

Cenários possíveis

Um cenário envolve cortes graduais se a inflação cair e o fiscal estabilizar.

O Banco Central reduziria a Selic aos poucos para não estimular demais a demanda.

Outro cenário prevê cortes mais rápidos com inflação em queda forte.

Nesse caso, mercados ajustam expectativas e o câmbio tende a se estabilizar.

Riscos fiscais

Riscos fiscais podem cancelar a chance de cortes.

Medidas que elevem gastos ou reduzam receita geram pressão por juros maiores.

O mercado reage rápido a sinalizações de descontrole nas contas públicas.

O que acompanhar

  • IPCA e núcleos de inflação com regularidade.
  • Dados de atividade, como IBC‑Br e vendas no varejo.
  • Sinais sobre receitas e despesas do governo.
  • Comunicados e atas do Banco Central e suas projeções.
  • Fluxo de capitais e comportamento do câmbio.

Fonte: Jovempan.com.br

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