Patrocínio segue atraindo grandes marcas à CBF e clubes, mesmo diante de polêmicas — será que visibilidade e retorno compensam o ruído? Vamos ver por que empresas como Sadia, Uber e iFood apostam alto enquanto o show continua.
Quem são os novos patrocinadores e quanto investiram
Patrocinadores recentes incluem Sadia, Uber e iFood, além de outras marcas nacionais e internacionais.
Principais nomes e setores
Essas empresas vêm de setores variados, como alimentos, mobilidade e tecnologia digital.
Marcas grandes buscam audiência massiva e associação à paixão pelo futebol.
Quanto costumam investir
Os valores variam bastante, dependendo do contrato e do espaço de exposição.
Em geral, investimentos vão de alguns milhões a dezenas de milhões de reais.
Contratos maiores envolvem exclusividade em categorias e ativações em várias plataformas.
Como as marcas ativam o patrocínio
Elas usam placas de estádio, camisas, transmissões e campanhas digitais integradas.
Ação nos pontos de venda e promoções aumentam o retorno junto ao torcedor.
O que as empresas esperam com o investimento
Marcas buscam maior visibilidade, aumento de vendas e fortalecimento de imagem.
Também esperam dados de engajamento para ajustar campanhas e medir resultados.
ROI, reputação e compliance: por que as empresas seguem vinculadas
Patrocínio traz visibilidade durante jogos e campanhas, gerando dados úteis para marcas.
Entendendo o ROI
ROI mostra quanto a empresa ganha em relação ao que gastou.
Marcas medem vendas, tráfego digital e engajamento para calcular esse retorno.
Reputação e associação de marca
A ligação com times aumenta reconhecimento e preferência entre torcedores.
Ser parceiro do futebol ajuda a construir imagem de marca relevante e próxima.
Compliance e gestão de risco
Compliance é seguir regras e transparência para evitar problemas legais e de imagem.
Contratos preveem cláusulas de conduta, auditorias e métricas de desempenho.
Por que as empresas seguem vinculadas
Mesmo com riscos, o alcance e os dados justificam o investimento publicitário.
As marcas ajustam ações com base em resultados para manter o retorno esperado.
Fonte: JovemPan.com.br