Lula: Brasil só negocia exploração de terras raras com processamento local

terras raras: Lula diz que Brasil só aceitará exploração se beneficiamento industrial for feito em território nacional, para gerar empregos.
Lula: Brasil só negocia exploração de terras raras com processamento local

terras raras entram no centro da estratégia brasileira: Lula afirma que o país não aceitará repetir o modelo de só exportar matéria‑prima. Será que isso atrai investimentos e transforma emprego e tecnologia por aqui?

Por que o Brasil exige beneficiamento interno das terras raras

terras raras são minerais usados em ímãs, celulares, carros elétricos e turbinas. Sem elas, muita tecnologia fica comprometida.

Valor agregado e empregos

Processar aqui gera mais valor do que só exportar o minério cru. Produtos com maior valor vendem por preços melhores. Isso cria empregos diretos e indiretos nas fábricas e serviços.

Segurança e autonomia

Ter capacidade de beneficiamento reduz a dependência externa. Países que controlam o processamento têm mais poder nas negociações. O Brasil quer evitar repetir o padrão de só vender matéria‑prima.

Meio ambiente e regras

Ao processar localmente, o país pode exigir normas ambientais mais rígidas. Isso ajuda a controlar impactos e garantir compensações às comunidades. Processos mais limpos também atraem investidores com foco em sustentabilidade.

Atração de investimentos e tecnologia

Investidores tendem a vir quando há cadeia produtiva completa. O beneficiamento estimula transferência de tecnologia e qualificação profissional. Assim, o Brasil pode agregar mais valor e inovação à produção.

Geopolítica, conselho nacional e negociações com os EUA

As terras raras viraram peça-chave na disputa internacional por tecnologia. Elas dão vantagem em setores como eletrônica e energia limpa.

A importância estratégica

Ter beneficiamento local aumenta o valor da cadeia produtiva nacional. Isso cria empregos e fortalece a indústria de alta tecnologia.

Conselho Nacional

O governo quer um conselho para coordenar políticas sobre minerais críticos. Esse órgão une ministérios, empresas e universidades para definir regras. O objetivo é simplificar licenças e proteger interesses estratégicos.

Negociações com os EUA

Os EUA têm interesse em acesso a matérias-primas estratégicas. Eles podem oferecer tecnologia, investimentos e parcerias industriais. Brasil exige beneficiamento local como condição para fechar acordos. Isso muda o jogo e aumenta o poder de barganha.

Riscos e cuidados

Negócios com potências trazem riscos à autonomia tecnológica. É preciso negociar transferência de tecnologia e proteção de dados sensíveis. Também é vital garantir regras ambientais e direitos das comunidades locais.

Fonte: www.Poder360.com.br

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