greve de fome de presos políticos começou na sexta-feira em Rodeo I, perto de Caracas, com cerca de 214 detentos. A ação busca chamar atenção para a nova lei de anistia que deixou muitos de fora — e para a pressão de famílias e organizações por liberdade.
O protesto: início, número de detentos e local (Rodeo I)
Greve de fome começou na sexta-feira em Rodeo I, perto de Caracas. Participam cerca de 214 detentos, segundo familiares e organizações. O protesto nasceu da frustração com a nova lei de anistia. Familiares dizem que os detentos buscam visibilidade e atenção das autoridades.
Detalhes do protesto
Os presos se recusam a comer e fazem manifestações internas no presídio. Há relatos de atos em diferentes alas, com grupos coordenando a ação. Familiares relatam preocupação com a saúde dos participantes e pedem atenção médica. Organizações como o Foro Penal acompanham o caso e registram o número de presos. Essas informações ainda não foram confirmadas oficialmente pelo governo.
Quem são os detentos
A maioria é classificada como presos políticos por familiares e ONGs. Alguns foram incluídos na nova lei de anistia, outros ficaram de fora. Isso gerou frustração e motivou a greve de fome em massa. A pressão vem de parentes, que pedem libertação ou diálogo com as autoridades.
A nova lei de anistia: quem foi contemplado e quem ficou de fora
A nova lei de anistia liberou alguns presos, mas deixou muitos sem resposta.
Quem foi contemplado
O governo divulgou listas com nomes de detentos incluídos na anistia.
Familiares confirmaram algumas liberações, segundo relatos de ONG locais.
A divulgação ainda gerou dúvidas e pedidos de revisão por parte de parentes.
Quem ficou de fora
Muitos presos que se consideram políticos não foram incluídos na medida.
Essas exclusões motivaram a greve de fome como forma de pressão.
Familiares e organizações afirmam que a lista parece parcial e incompleta.
Demandas e dúvidas
As famílias pedem transparência sobre os critérios usados na seleção dos nomes.
ONGs como o Foro Penal exigem acesso público às informações e revisões.
Sem respostas oficiais, o clima entre presos e parentes segue tenso e incerto.
Reações e contexto: familiares, ONG Foro Penal e medidas do governo
Greve de fome deixou familiares preocupados e buscando respostas das autoridades locais.
Muitos dizem não saber se os presos recebem atenção médica adequada.
Reação das famílias
Parentes fazem vigília fora do presídio e cobram transparência do governo.
Alguns gravam vídeos e pedem ajuda de organismos internacionais e da mídia.
Atuação do Foro Penal
O Foro Penal é uma ONG que defende presos políticos na Venezuela.
A organização monitora casos, registra números e presta apoio jurídico aos familiares.
Foro Penal pede transparência na lista da anistia e acesso às informações.
Medidas do governo
O governo divulgou listas parciais sobre a anistia, segundo comunicados oficiais.
Não há confirmação pública de todos os números apontados por ONGs e famílias.
Autoridades prometem revisões e atenção médica, mas detalhes ainda não foram divulgados.
Fonte: www.Poder360.com.br