DeepSeek e outras empresas chinesas aproveitaram o Ano Novo Lunar para liberar uma leva de novos modelos de IA — e a movimentação revela mais do que competição: mostra mudanças em custo, multimídia e contexto de uso. Quer entender o que isso significa para o mercado e para os usuários?
Principais lançamentos: GLM-5 (Pony Alpha), Kimi 2.5, Seedance 2.0 e Qwen-Image 2.0
GLM-5, Kimi 2.5, Seedance 2.0 e Qwen-Image 2.0 trazem foco em multimídia.
Empresas querem reduzir custos e ampliar recursos visuais.
Os lançamentos também miram o conceito de DeepSeek.
Esse conceito se refere a buscas mais ricas com texto e imagem juntos.
GLM-5 (Pony Alpha)
O GLM-5, também chamado Pony Alpha, foca em compreensão multimodal e grande contexto.
A janela de contexto maior permite analisar mais texto e imagens juntos.
Isso ajuda em resumo de documentos longos e interpretação visual.
Kimi 2.5
Kimi 2.5 melhora resposta e reduz custos com otimizações no modelo.
O foco é diálogo natural e integração com apps de produtividade.
Seedance 2.0
Seedance 2.0 aposta em multimídia e geração de imagens mais realistas.
Tem ferramentas para criadores que simplificam edição e criação visual.
Qwen-Image 2.0
Qwen-Image 2.0 amplia entendimento e geração de imagens detalhadas.
Funciona bem com prompts curtos e tarefas que exigem precisão visual.
O que muda no mercado
Alguns modelos são mais abertos ou oferecem camadas mais baratas.
Isso pode reduzir custos e ampliar o acesso a ferramentas de IA.
Tendências técnicas: janelas de contexto maiores, código aberto e redução de custos
As principais tendências incluem janelas de contexto maiores, código aberto e redução de custos.
Janelas de contexto maiores
Modelos agora lidam com mais texto e imagens ao mesmo tempo.
Isso permite conversas longas e resumos de documentos extensos.
Para usuários, significa menos repetição e respostas mais coerentes.
Código aberto
Projetos abertos liberam pesos e códigos para a comunidade usar.
Isso acelera inovações e cria alternativas mais baratas.
Redução de custos
Empresas buscam formas de rodar IA gastando menos.
Técnicas como distilação (modelos menores aprendem com modelos grandes) ajudam.
Outra técnica é a quantização, que reduz o tamanho dos números usados.
Também há camadas de serviço mais baratas para tarefas simples.
Impacto prático
Mais modelos acessíveis podem ampliar ferramentas para criadores e empresas.
Concorrência e código aberto devem reduzir preços ao longo do tempo.
Estratégia de mercado: big techs fidelizando usuários e o crescimento do uso de IA na China
IA virou peça-chave na estratégia das big techs chinesas no mercado.
Elas lançam apps integrados para prender usuários por mais tempo.
Oferecem camadas gratuitas e pagas com recursos exclusivos e inteligentes.
Como as big techs fidelizam
Integram IA em redes sociais, mensagens e serviços financeiros.
Funcionalidades exclusivas criam dependência e aumentam o uso diário.
Personalização mostra ofertas e conteúdo que o usuário já gosta.
Recursos, preços e acesso
Modelos com multimodal (texto e imagem juntos) melhoram as respostas.
Há planos baratos para tarefas simples e camadas premium mais potentes.
Algumas empresas liberam código ou APIs para desenvolvedores parceiros.
Adoção e expansão
Usuários usam IA em compras, educação e criação de conteúdo.
A presença das big techs acelera adoção e oferta de serviços novos.
Regulamentação e parcerias locais também moldam como a IA chega ao público.
Fonte: Poder360.com.br