Corinthians teve atuação discreta no Mineirão, mas conseguiu arrancar um empate por 1 a 1 contra o Cruzeiro com time alternativo — e quase virou. Quer entender como a expulsão mudou o jogo e o que isso significa para as competições à frente? Continue lendo.
Desempenho e escalação: por que Dorival poupou titulares
Corinthians entrou com time alternativo para poupar titulares antes de jogos decisivos. Dorival tomou a decisão pensando na sequência e na saúde do elenco.
Havia calendário apertado, com partidas importantes a seguir e viagens longas. Poupando titulares, ele reduz risco de lesões e cansaço excessivo.
Testar alternativas e promover rodízio
Usar reservas ajuda a avaliar opções e dar ritmo aos menos usados. Alguns jovens precisam de minutos para crescer e ganhar confiança.
Gestão de cartões e lesões
Com titulares poupados, se evita acumular cartões que geram suspensões. Dorival e a comissão técnica monitoram câimbras, dores e pequenas contusões.
Impacto no jogo e na torcida
O time alternativo pode perder entrosamento, mas traz mais atitude e vontade. Substitutos muitas vezes jogam com garra para conquistar espaço no time. No Mineirão, a expulsão do Cruzeiro mudou a partida e forçou ajustes.
Rodar o elenco também preserva combustível para competições longas. Isso mantém jogadores frescos e competitivos ao longo do ano.
Momentos decisivos: expulsão, gol de Tchoca e chances que quase viraram vitória
Corinthians teve expulsão que mudou o ritmo e forçou ajustes táticos.
A expulsão do Cruzeiro deixou o Mineirão mais aberto e intenso nos minutos finais.
O gol de Tchoca
Tchoca apareceu no segundo tempo e empatou com cabeçada forte na área.
O gol animou os reservas e fez a torcida acreditar na virada.
Chances quase viraram vitória
O time criou chances claras, mas esbarrou em defesas e trave.
Substitutos deram mais ritmo e quase mudaram o placar nos acréscimos.
O treinador mexeu no time para atacar com mais homens na área.
Fonte: JovemPan.com.br