Violência doméstica virou tema central em Alagoinhas com uma capacitação que busca ordenar fluxos e padronizar atendimentos. Quer saber como a cidade alinhou polícia, assistência social, Defensoria e outras instituições para reduzir a revitimização e oferecer encaminhamentos mais efetivos?
Objetivos da capacitação e funcionamento da rede de proteção
Violência doméstica pede ação rápida e apoio coordenado. A capacitação busca padronizar esses atendimentos e proteger melhor as vítimas.
Objetivos da capacitação
Alinhar procedimentos entre polícia, assistência social e saúde. Promover atendimento humanizado para evitar revitimização. Ensinar como registrar e encaminhar casos com segurança.
Treinar equipes para identificar risco e atuar com rapidez. Explicar medidas protetivas e o papel de cada órgão. Melhorar a comunicação entre instituições e serviços.
Funcionamento da rede de proteção
A rede reúne polícia, Defensoria, serviços de saúde, assistência social, guardas municipais, ONGs e igrejas. Cada ator tem responsabilidades bem definidas e fluxos de encaminhamento.
No primeiro atendimento, prioriza-se o acolhimento e a segurança da pessoa. Em seguida, faz-se a avaliação de risco, que checa perigo imediato e necessidade de medida protetiva.
Os casos são documentados e compartilhados conforme protocolos. Isso garante seguimento e evita perda de informação entre órgãos.
Existem canais de denúncia e rotas de encaminhamento para abrigos, atendimento psicológico e apoio jurídico. O trabalho conjunto facilita respostas mais rápidas e eficazes.
Capacitação contínua e sistemas de monitoramento ajudam a aperfeiçoar a resposta municipal. Assim, a cidade busca reduzir danos e oferecer suporte qualificado.
Canais de denúncia, responsabilidades dos órgãos e próximos passos municipais
Violência doméstica exige canais de denúncia acessíveis, sigilosos e com resposta imediata das equipes municipais.
Canais de denúncia
Em risco imediato, acione a polícia pelo 190 para garantir segurança rápida. Para casos sem risco direto, procure a delegacia especializada ou ligue para o Disque 100. Procure também os centros de referência e os plantões da assistência social no município.
Responsabilidades dos órgãos
- Polícia: registrar ocorrência, garantir segurança e orientar sobre medidas protetivas imediatas.
- Assistência Social: acolher, encaminhar para abrigos e organizar acompanhamento psicossocial em curto prazo.
- Saúde: tratar ferimentos, registrar sinais de violência e oferecer apoio psicológico inicial.
- Defensoria e Ministério Público: garantir orientação jurídica rápida e acompanhar medidas legais.
- Guarda Municipal e ONGs: apoiar buscas, acompanhar escoltas e prestar apoio direto às vítimas.
Próximos passos municipais
Atualizar protocolos e fluxos garante atendimento mais ágil, imediato e menos revitimização. Realizar capacitação contínua mantém equipes prontas para agir com empatia e técnica. Criar sistemas de monitoramento permite acompanhar casos e avaliar resultados locais. Promover campanhas informa a população sobre canais de denúncia disponíveis e direitos. Garantir recursos e parcerias fortalece a rede e amplia a capacidade de resposta.
Fonte: www.apo.com.br