Piso do frete volta ao centro do debate: o governo anunciou novas medidas para fiscalizar e punir empresas que descumprem a tabela, enquanto líderes da categoria sinalizam paralisações. O que muda na prática e como isso pode afetar caminhoneiros e o mercado?
Medidas do Ministério dos Transportes e da ANTT para fiscalização, responsabilização e defesa dos caminhoneiros
piso do frete passou a ter fiscalização mais forte nas rodovias e terminais de carga.
Fiscalização nas estradas
Equipes da ANTT e do Ministério realizam blitzes e vistorias em pontos estratégicos.
Os agentes conferem documentos, notas fiscais e contratos para verificar o cumprimento da tabela.
Responsabilização das empresas
Contratantes que pagam abaixo do piso podem receber multas e outras sanções administrativas.
Haverá possibilidade de responsabilização civil e até suspensão de contratos em casos graves.
Canais de denúncia e defesa dos caminhoneiros
Foi criada uma central para receber denúncias sobre descumprimento do piso do frete.
Caminhoneiros podem enviar provas, como fotos e contratos, e pedir orientação jurídica básica.
Medidas preventivas e transparência
Autoridades exigem que empresas publiquem tabelas e comprovem o pagamento aos motoristas.
Haverá campanhas educativas para esclarecer regras e reduzir conflitos nas estradas.
Tecnologia e monitoramento
Sistemas de monitoramento vão cruzar dados de fretes, notas fiscais e rotas para identificar irregularidades.
Essas ferramentas ajudam a ANTT a agir mais rápido e com provas concretas.
Fonte: Jovempan.com.br