Após polilaminina, paraplégico Marcelo põe os pés no chão e emociona

Polilaminina transforma rotina de Marcelo: 30 dias após tratamento, paraplégico volta a sentir pernas e fica em pé.
Após polilaminina, paraplégico Marcelo põe os pés no chão e emociona

Polilaminina deu um passo inesperado na vida de Marcelo: cerca de 30 dias após a aplicação, o motorista paraplégico conseguiu ficar em pé. Como essa mudança ocorreu e quais são os próximos desafios na busca por recuperação física e por suporte médico e financeiro?

O acidente, a aplicação da polilaminina e os primeiros sinais de recuperação

O acidente deixou Marcelo paraplégico depois de uma grave colisão no trânsito.

Ele passou por cirurgias e recebeu cuidados médicos intensivos logo em seguida.

A família acompanhou cada passo e buscou tratamentos alternativos.

Aplicação da polilaminina

A equipe médica aplicou a polilaminina como parte do tratamento experimental.

Polilaminina é uma proteína que pode ajudar a reparar tecido nervoso, segundo estudos.

O procedimento foi feito em ambiente controlado por médicos especialistas.

Havia riscos e incertezas, e a equipe monitorou sinais vitais com atenção.

Primeiros sinais de recuperação

Em cerca de 30 dias, Marcelo mostrou os primeiros sinais de recuperação.

Ele começou a sentir leves contrações nas pernas ao ser estimulado.

Com ajuda de fisioterapia, ele conseguiu apoiar os pés no chão por alguns segundos.

A família relatou emoção e esperança, mas os médicos pedem cautela.

A recuperação exige fisioterapia intensa e acompanhamento médico constante.

Desafios da reabilitação: fisioterapia, custos e o apoio da família

Polilaminina pode trazer esperança, mas a reabilitação exige tempo e esforço.

Fisioterapia e rotina

A fisioterapia foca em recuperar força, equilíbrio e movimentos básicos.

As sessões costumam ser diárias ou várias vezes por semana, por meses.

Exercícios práticos incluem alongamento, fortalecimento e treino de marcha com apoio.

Algumas técnicas usam estimulação elétrica, que ativa nervos e músculos brevemente.

O terapeuta também ensina exercícios para repetir em casa entre sessões.

Custos e apoio financeiro

Os custos variam muito: sessões, equipamentos e viagens podem pesar no bolso.

Materiais como órteses, barras e adaptações em casa têm preços altos.

Planos de saúde nem sempre cobrem tratamentos experimentais ou aparelhos específicos.

Buscar SUS, associações e campanhas pode reduzir o impacto financeiro imediato.

Papel da família

A família vira rede de apoio emocional e prática no dia a dia.

Parentes ajudam no transporte, na fisioterapia domiciliar e na motivação constante.

É comum sentir cansaço e tristeza; apoio psicológico pode ser necessário.

Dividir tarefas e buscar grupos de apoio facilita a jornada de todos.

Fonte: PortalLeoDias.com

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