Chapa governista: Jerônimo afirma que a composição ainda está em construção e evita falar em ruído com Wagner. Quer saber o que vem pela frente e por que março virou prazo-chave? Acompanhe os próximos passos.
Posição de Jerônimo sobre a formação da chapa governista
Chapa governista: Jerônimo diz que a composição ainda está sendo formada e pede calma.
O posicionamento de Jerônimo
Ele evita falar em conflito com aliados e prioriza a unidade do grupo.
Prefere tratar a montagem como processo político e consultar parceiros.
Diálogo com Wagner e outros aliados
Jerônimo diz que mantém conversa aberta com Jaques Wagner e demais líderes.
Cita nomes como Otto e Rui Costa, mas evita confirmar composições.
Papel do conselho político e prazo de março
O conselho político deve avaliar opções e propor um nome para vice.
Jerônimo afirma que a decisão deve sair até março, após essas conversas.
A estratégia busca evitar desgastes e preservar a imagem da chapa governista.
Reação de Jaques Wagner e papel de aliados como Otto e Rui Costa
Jaques Wagner reage com cautela às negociações da chapa governista e pede diálogo amplo.
Posicionamento de Jaques Wagner
Wagner evita confrontos públicos e prefere resolver questões nos bastidores com aliados.
Ele destaca a importância da unidade para fortalecer a campanha do grupo.
Influência de Otto e Rui Costa
Otto busca mediar conflitos regionais e somar apoio em áreas-chave do estado.
Rui Costa atua como articulador e conversa com partidos e lideranças locais.
Impacto nas negociações
O apoio ou a resistência dessas lideranças pode acelerar ou atrasar a escolha do vice.
Discussões internas buscam evitar racha e preservar a imagem da chapa governista.
Decisões devem passar pelo conselho político antes do prazo em março.
Próximos passos: conselho político e prazo para decisão em março
Conselho político deve avaliar várias opções e orientar a decisão até março.
Como funciona a avaliação
O grupo reúne lideranças de diferentes correntes para ouvir opiniões e mapear riscos.
As reuniões priorizam pontos estratégicos, como alianças locais e viabilidade eleitoral.
Calendário e articulação
A escolha do vice passa por negociação interna e avaliação de alianças locais.
Esperam concluir a definição até março, respeitando o calendário político e eleitoral.
Reuniões técnicas podem tratar aspectos logísticos e comunicacionais antes do anúncio oficial.
Impacto nas eleições
A estratégia busca reduzir ruídos públicos e preservar a imagem da chapa governista.
Transparência nas decisões deve ajudar a evitar mal-entendidos com aliados e eleitores.
Fonte: BNews.com.br