Alagamento no subsolo do Hospital de Pronto Socorro de Juiz de Fora mobilizou evacuação do pessoal; a prefeitura garante que os atendimentos seguem. Quer entender o que foi afetado e por que a imagem impressionou a cidade?
Como e onde o alagamento ocorreu no Hospital de Pronto Socorro (HPS)
Alagamento atingiu o subsolo do Hospital de Pronto Socorro em Juiz de Fora após forte chuva. Água entrou pelas portas e ralos, ocupando áreas mais baixas do prédio.
Local afetado
O ponto mais atingido foi o subsolo, onde ficam refeitório e depósitos. Salas administrativas e almoxarifado foram atingidos pela água. Equipamentos e caixas ficaram parcialmente submersos no piso inferior.
Como ocorreu
A chuva intensa elevou o nível das galerias pluviais e causou retorno de água. Infiltração por dutos e portas deixou o subsolo vulnerável. Em poucos minutos, o espaço ficou alagado e impraticável.
Medidas tomadas
Funcionários foram evacuados do subsolo para áreas seguras e sem risco. Equipes retiraram materiais e protegiam equipamentos com capas e caixas. A prefeitura informou que os atendimentos seguem, com ajustes na logística interna.
A situação ainda é monitorada pelas equipes técnicas para avaliar danos e limpeza. A prioridade foi preservar a segurança de pacientes e profissionais.
Evacuação, segurança e situação dos atendimentos na unidade
O alagamento forçou a evacuação imediata do subsolo do hospital e áreas adjacentes.
Evacuação e abrigo temporário
Funcionários e pacientes foram guiados para áreas seguras e secas dentro da unidade.
Pacientes em estado grave ficaram em salas com suporte e atenção prioritária.
Quem estava em observação foi transferido para vagas temporárias fora do subsolo.
Segurança e preservação de equipamentos
A equipe técnica desligou circuitos imediatamente e evitou risco de curto-circuito.
Medicamentos e materiais sensíveis foram removidos para locais secos e protegidos.
Equipamentos eletrônicos foram elevadas ou cobertos para evitar danos pela água.
Situação dos atendimentos
A prefeitura informou que os atendimentos seguem normalmente com ajustes na logística.
Emergências continuaram a ser atendidas sem demora, segundo a administração local.
Houve realocação de profissionais e uso de corredores para organizar o fluxo de pacientes.
A avaliação dos danos e a limpeza seguem sob supervisão técnica e da prefeitura.
Impactos na estrutura, refeitório e próximos passos da prefeitura
Alagamento causou danos no subsolo e em boa parte da estrutura do hospital.
Impactos na estrutura
Paredes e pisos ficaram encharcados e podem apresentar trincas ou infiltrações graves. O teto do refeitório ficou com manchas de água visíveis e fios expostos em áreas. Sistemas elétricos no subsolo correm risco e por isso foram desligados por segurança imediata. Técnicos vão avaliar pilares, colunas e fiação para confirmar a segurança do prédio.
Refeitório e materiais
O refeitório foi afetado, mesas e fornos comerciais ficaram molhados e com sujeira. Alimentos estocados devem ser descartados por risco de contaminação e perda total. Materiais de limpeza e utensílios serão substituídos quando houver liberação e higienização completa. Estoques de medicamentos no subsolo foram verificados, embalagens secas foram separadas e protegidas.
Próximos passos da prefeitura
A prefeitura acionou equipes de manutenção e a Defesa Civil para vistoria imediata. Serão feitos testes de segurança elétrica e de estrutura nos próximos dias, com relatórios técnicos. Limpeza especializada será contratada para retirar lama, sedimentos e outras impurezas do local. A administração prometeu um cronograma claro para reparos e reabertura das áreas afetadas. Enquanto isso, os atendimentos seguem com rotas alternativas e ajustes na logística interna do hospital.
Informações foram divulgadas pela assessoria para tranquilizar pacientes, familiares e funcionários, e dar orientações práticas. Pedidos e cronogramas serão atualizados ao público conforme a avaliação técnica, passo a passo.
Fonte: www.BNews.com.br