CEO da Enel diz que ‘só Jesus Cristo resolveria’ apagões em São Paulo

Enel: CEO Flavio Cattaneo comenta apagões em São Paulo, admite necessidade de aterramento e anuncia investimentos em redes e renováveis.
CEO da Enel diz que 'só Jesus Cristo resolveria' apagões em São Paulo

Enel aparece no centro do debate sobre os apagões em São Paulo: o CEO Flavio Cattaneo reconhece a vulnerabilidade da rede aérea e aponta que a solução estrutural, como o aterramento de cabos, depende de tempo e autorização de investimentos. Quer entender o que está em jogo e o que a empresa propõe?

Por que os apagões ocorrem: rede aérea, chuva e arborização

Apagões ocorrem por falhas na rede aérea, especialmente em dias de chuva forte.

A rede aérea tem cabos e postes expostos ao tempo e a árvores. Cabos velhos e isolação comprometida tornam tudo mais perigoso.

Como a chuva afeta a rede

A chuva aumenta a umidade e reduz a isolação dos cabos, gerando curtos. A água pode entrar em conexões e causar falhas repentinas.

Papel da arborização

Árvores próximas às linhas representam risco. Galhos quebrados podem cair sobre cabos e arrancar postes.

Podas irregulares e crescimento desordenado aumentam a chance de curto e quedas de energia.

A Enel administra parte da rede e cita limitações técnicas e regulatórias para mudanças rápidas. Mudar a rede para cabos subterrâneos exige obras, dinheiro e autorizações municipais.

Medidas que reduzem apagões

Podas programadas e fiscalização preventiva diminuem riscos imediatos. Manutenção regular e monitoramento ajudam a identificar pontos críticos antes de falhar.

Enterrar cabos tende a reduzir cortes, mas o processo é longo e caro. Enquanto isso, ações coordenadas entre empresa e prefeitura podem minimizar problemas.

Plano de investimentos da Enel (2026-2028) e impacto financeiro

Enel planeja investimentos entre 2026 e 2028 para modernizar a rede e reduzir apagões.

O foco inclui aterramento de cabos, manutenção, proteção contra queda de galhos e modernização.

Áreas de investimento

Também serão colocados sistemas de redes inteligentes e medidores eletrônicos para monitorar falhas.

Infraestrutura subterrânea é prevista em trechos críticos, mas exige obras longas e autorizadas.

Financiamento e impacto financeiro

Os recursos virão de capital da empresa, financiamentos externos e ajustes nas tarifas reguladas.

Parte do custo pode refletir nas contas, mas será diluído ao longo do tempo.

Reguladores e municípios precisam analisar projetos para controlar impacto e priorizar trechos mais críticos.

Benefícios e prazos

Enterrar cabos reduz riscos imediatos e diminui custos de manutenção no médio prazo.

Obras levam meses ou anos, dependendo da complexidade e da liberação de permissões locais.

Transparência e benefícios sociais

A empresa afirma que divulgará cronogramas, metas e relatórios para acompanhar o progresso das obras.

Investimentos também devem gerar empregos locais e movimentar fornecedores de serviços e materiais.

Fonte: JovemPan.com.br

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