El Mencho foi abatido em uma ação do Exército mexicano, segundo a presidente Claudia Sheinbaum, que negou envolvimento direto de tropas dos EUA. A operação desencadeou ataques do cartel e levantou questões sobre segurança e cooperação internacional — o que muda agora?
Operação e posicionamento de Sheinbaum: negando participação militar dos EUA
El Mencho foi morto. Sheinbaum afirma que a operação foi conduzida pelas forças federais mexicanas.
Ela negou participação de tropas militares dos EUA. Segundo o governo, os EUA ofereceram apoio de inteligência, não tropas.
O governo divulgou imagens e relatórios parciais, mas pediu cautela na interpretação dos dados.
Reação do cartel e impacto imediato
Após a morte, houve ataques e bloqueios em várias cidades. Estradas foram fechadas e ônibus foram incendiados.
Sheinbaum disse que as forças federais vão reforçar a segurança nas áreas afetadas.
Especialistas alertam para risco de escalada e retaliações locais.
Implicações políticas e pedido por transparência
A negativa de presença militar americana tenta proteger a soberania, segundo o governo.
Mas analistas dizem que a cooperação em inteligência pode gerar tensão diplomática.
Há pedidos por mais transparência e por um relatório independente sobre a operação.
Reação do cartel e impactos: onda de violência, restrições e tensão diplomática
El Mencho foi morto e o cartel respondeu com ataques e bloqueios nas vias públicas.
Houve incêndios em ônibus, carros e estradas cortadas por barricadas improvisadas.
Moradores relataram tiros e confrontos em bairros próximos, gerando medo e fugas.
Onda de violência
A ação do cartel parece visar intimidar a população e as autoridades locais.
Foram registrados ataques coordenados contra veículos e pontos de ônibus em várias cidades.
Num curto período, a violência afetou comércio e transporte, paralisando a rotina urbana.
Restrição e impacto civil
Autoridades locais impuseram bloqueios e restrições para tentar conter os ataques.
Escolas e serviços públicos ficaram fechados em áreas de risco por segurança.
Comércio sofreu perdas e moradores enfrentaram falta de alimentos e remédios.
Tensão diplomática
O governo negou presença militar dos EUA, mas reconheceu apoio de inteligência externo.
A cooperação em inteligência, mesmo limitada, pode esquentar as relações entre os países.
Observadores pedem transparência e investigação independente para esclarecer as ações e acordos.
Fonte: www.Poder360.com.br