Anac abre consulta para licenciar pilotos de carros voadores (eVTOL)

Carro voador: Anac abre consulta pública para definir formação e transição de pilotos, preparando o setor eVTOL no Brasil.
Anac abre consulta para licenciar pilotos de carros voadores (eVTOL)

Carro voador: a Anac abriu uma consulta pública para criar uma categoria de licença específica para pilotos de eVTOL. Quer entender o prazo, a transição para aviadores e o impacto na indústria brasileira? Vem comigo — tem novidade e debate à vista.

Consulta pública e cronograma: como participar e prazo

Para participar da consulta pública sobre carro voador, siga passos simples e práticos.

Como participar

Leia o texto da consulta no site da Anac. Verifique as instruções e o formato exigido.

Registre-se no sistema se o portal pedir cadastro. Depois, preencha o formulário online.

Você também pode enviar contribuições pelo e-mail indicado na consulta.

O que enviar

Identifique-se e informe sua área de atuação. Seja claro sobre sua relação com o tema.

  • Explique seu ponto de vista com objetividade.
  • Apresente exemplos práticos ou experiências relevantes.
  • Inclua documentos, estudos ou links que sustentem suas ideias.
  • Se possível, sugira mudanças no texto com trechos alternativos.

Prazos e acompanhamento

Confira o prazo no próprio edital da consulta. Contribuições fora do prazo não são consideradas.

Após o término, a Anac analisa as manifestações recebidas.

Fique de olho na resposta pública e nas normas finais publicadas depois.

Qualquer pessoa pode participar. Pilotos, empresas e cidadãos têm voz nesse processo.

Habilitação e período de transição para pilotos de avião e helicóptero

Carro voador deve ter regras claras para habilitar pilotos de avião e helicóptero.

Quem pode solicitar a conversão

Pilotos com licença vigente de avião ou helicóptero poderão pedir adaptação. A regra vai dizer quais categorias se aplicam.

Pessoas com experiência em voo comandado tendem a ter prioridade nas regras de transição.

Requisitos e treinamento

Espere cursos teóricos sobre sistemas elétricos e operação de decolagem vertical. Esses cursos explicam termos técnicos de forma simples.

Treinamento prático em simulador será exigido. Simulador é um equipamento que replica as condições de voo.

  • Horas mínimas de treinamento serão definidas pela Anac.
  • Créditos de experiência anterior podem reduzir horas exigidas.
  • Avaliação prática com instrutor e checkride deve confirmar habilidade.
  • Exames médicos e certificações de saúde continuam obrigatórios.

O que muda na licença

A Anac pode criar um endosso ou nova classe específica para eVTOL. Esse endosso indica que o piloto está apto ao carro voador.

Também é provável que exista um período de transição. Nesse período, regras temporárias permitem adaptação sem perda da atividade.

Haverá exigência de manutenção de competência, com voos periódicos ou simuladores para renovar o endosso.

As mudanças visam garantir segurança e permitir que mercado e pilotos se adaptem com calma.

Fabricação, mercado e o futuro não tripulado (Embraer, Eve e contratos)

Carro voador está saindo da fase de projeto para produção industrial em escala crescente.

Produção e fornecedores

Empresas como a Embraer e a Eve lideram o desenvolvimento de modelos eVTOL.

A cadeia inclui fabricantes de baterias, motores elétricos e peças leves de fibra.

Produção exige testes de segurança rigorosos e certificações específicas antes da entrega.

Mercado e demanda

Operadoras urbanas planejam rotas curtas para reduzir trânsito e tempo de deslocamento.

Estimativas mostram demanda crescente em cidades com tráfego intenso e logística rápida.

Preços, regulação e infraestrutura de pouso vão definir o ritmo de adoção.

Vários contratos já foram assinados para testes, compras e operações piloto.

Futuro não tripulado e contratos

O futuro pode ter versões não tripuladas, usadas em entregas e serviços logísticos.

Não tripulado significa operação remota ou autônoma, controlada por software e sensores.

Contratos com empresas de tecnologia e cidades vão viabilizar rotas e hubs específicos.

Regulação permitirá testes controlados e definirá responsabilidade em casos de incidente.

Parceiros industriais e operadoras também negociam acordos de fornecimento e assistência técnica.

O mercado tende a crescer conforme regras e infraestrutura forem concretizadas.

Fonte: Poder360.com.br

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