Livros acessíveis entram em foco depois de representação ao TCU que pede auditoria sobre contratos, custos e atrasos do PNLD entre 2023 e 2026. O que mudou na execução e quantos estudantes ficaram sem material?
Pedido de auditoria no PNLD: análise de contratos, preços, planejamento e entrega de livros acessíveis (2023–2026)
Livros acessíveis para alunos com deficiência sofreram atrasos e custos maiores que o esperado.
Uma representação ao TCU pede auditoria detalhada do PNLD 2023–2026.
O TCU é o tribunal que fiscaliza contas e compras públicas.
O PNLD compra e distribui material didático para escolas públicas.
Contratos e fornecedores
Analistas questionam a escolha de fornecedores e o cumprimento de cláusulas contratuais.
Há indícios de aditivos e reajustes que aumentaram o preço final.
Preços e orçamentos
Os valores pagos por alguns exemplares parecem acima do mercado.
Comparativos com cotações anteriores ajudam a identificar possíveis sobrepreços.
Planejamento e cronograma
O planejamento da produção deveria prever ramp-up e prazos realistas.
Ramp-up é o aumento gradual da produção no início.
Houve mudanças no cronograma que não foram comunicadas às escolas.
Distribuição e entrega
A entrega de livros acessíveis não alcançou todos os alunos no prazo.
Caixas chegaram com atraso, sem conferência ou nota técnica adequada.
Faltam dados sobre quantos exemplares foram entregues por escola.
Impacto para estudantes
Alunos cegos e com baixa visão dependem desses livros para aprender.
Ausência dos materiais atrasa o acesso à educação e traz insegurança.
O que a auditoria deve checar
A auditoria do TCU deve revisar contratos, preços e entrega ponto a ponto.
Também precisa avaliar planejamento, justificativas dos gestores e medições de qualidade.
Documentos e provas úteis
Notas fiscais, contratos e relatórios de produção são essenciais para a apuração.
Testemunhos de escolas e registros de recebimento ajudam a confirmar os fatos.
Fonte: JovemPan.com.br